Foi uma trabalheira fazer isso, mas valeu a pena.
Eu gostaria de agradecer ao André Sittoni (duvido que ele vá ver isso) pela ajuda com o som, Milo Rodrigues por todo o apoio durante o processo e a cinegrafia, Jéssica Schaefer e Carolina Vicentini (Que provavelmente também não vão ler isso! haha) por terem ido comigo ver a peça "Há vagas para moças de fino trato", aonde eu encontrei a Lia, e claro, a Maíra Prates, por ter sido a melhor Lia possível. :]
Muita coisa precisou ser adaptada, pra caber no tempo, a decupagem e o resultado final ficaram bem diferentes. O desfalecimento da Lia foi meio que obscurecido, mas acho que o tom subjetivo e o fim ambíguo que eu procurei trazer do conto se mantiveram. Espero que gostem.


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